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Após prisão de delegado, Polícia Civil define nova titular para delegacia em João Pessoa

📅 03/06/2026 às 13:00 · ⏱ 3 min de leitura ·VIA G1
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Após prisão de delegado, Polícia Civil define nova titular para delegacia em João Pessoa

Delegado e policiais são presos em operação contra o tráfico A delegada Emília Ferraz assume a Delegacia de Crimes contra o Patrimônio (DCCPAT), após a prisão do delegado Braz Morroni, nesta terça-feira (2). A informação foi confirmada pela Políci...

Delegado e policiais são presos em operação contra o tráfico A delegada Emília Ferraz assume a Delegacia de Crimes contra o Patrimônio (DCCPAT), após a prisão do delegado Braz Morroni, nesta terça-feira (2). A informação foi confirmada pela Polícia Civil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A delegada era adjunta da delegacia e assume a titularidade depois do afastamento do delegado que foi preso durante uma operação contra o tráfico de drogas deflagrada em João Pessoa. Outros dois agentes da Polícia Civil também foram presos. Eles são suspeitos de participar de um esquema de desvio de drogas apreendidas e compartilhamento de informações sigilosas para traficantes. LEIA TAMBÉM: Investigação que levou à prisão de delegado na PB começou após denúncia de traficante, diz polícia Quem é quem em esquema que levou à prisão de delegado na PB Operação Perfídus Operação Perfídia foi deflagrada na manhã desta terça-feira (2) Divulgação/Polícia Civil A operação investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 10 milhões dos investigados. Um dos agentes presos é Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como "Bomba" ou "Bombado". De acordo com a Polícia Civil, ele é apontado como operador central da organização e fazia a ponte entre policiais e traficantes. O segundo agente é Eduardo Jorge Ferreira do Egito, conhecido como "Mão Branca". O investigador é apontado como participante direto de subtrações de drogas e teria monitorado carregamentos, utilizado rastreadores e escondido drogas em casa. Outros presos da operação: João Wicttor Alves de Lima; Brendo Roberth Fernandes Sobral; Paulo Ricardo Barbosa de Souza ("Galinha"); José Alexandrino de Lira Júnior ("Júnior Lira"); Vanessa Dantas Fernandes; Dankennedy Vieira Brito da Silva ("Babau"). As defesas dos suspeitos não foram localizadas. Quem é o delegado Braz Morroni Delegado Braz Morrone está entre os presos da operação Reprodução/TV Cabo Branco O delegado Braz Morroni atua na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT), em João Pessoa. Com mais de 20 anos de carreira, o delegado já passou por outras delegacias, como a de Repressão a Entorpecentes. Segundo as investigações, a organização criminosa contaria com a participação de agentes públicos que utilizavam a estrutura do Estado para favorecer atividades criminosas. O nome da operação, Perfídia, significa "traição" ou "deslealdade" e faz referência à conduta atribuída aos investigados. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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